Sexualidade e Educação sexual: O comportamento temático frente aos documentos norteadores da educação e a realização da roda de conversa.
Sexualidade e Educação sexual: O comportamento temático frente aos documentos norteadores da educação e a realização da roda de conversa.
RESUMO
A sexualidade (também chamada de educação sexual) é um estudo em áreas da literatura especializada em saúde e educação. Em tempos atuais, é um estudo relativamente bem estudado, contato com a crescente publicação de artigos, teses e dissertações de trabalhos publicados. Desse modo, com vistas a contribuir para mais trabalhos, a presente proposta de pesquisa tem por objetivo apresentar um estudo comparativo preliminar dos métodos de rodas de conversa nas escolas que esteja no centro das discussões a ‘’sexualidade e educação sexual’’. Para isso, vai-se coletar/organizar prioritariamente, da ‘’Sexualidade e adolescência: rodas de conversa e vivências em uma escola de ensino fundamental’’, de Débora Bertolini, e, subsidiariamente, do trabalho ‘’Utilização de rodas de conversa como método de interação e levantamento de conhecimento acerca de sexualidade em uma escola estadual em Divinópolis…’’ de Mayron Morais e integrá-las a pesquisa de natureza explicativa qualitativa de amostragem probabilística, realizada através de um banco de dados do Google Acadêmico, Scielo e Periódicos CAPES o aspecto causado na política educacional no Brasil. Baseado na análise dos dados, 1 artigo do tema ‘’sexualidade e educação sexual’’ relatam o desafio frente a timidez dos pais, essa dificuldade torna imprescindível o papel dos profissionais especializados, 3 documentos norteadores de educação apresentam o mesmo tema com direção a prática dos professores, 3 vídeos
Palavras-chave: Sexualidade; Educação Sexual; Roda de conversas em escolas do ensino fundamental.
INTRODUÇÃO
De acordo com Ramos et. al (2022) ‘’a educação sexual ainda é entendida como um tema ‘’proibido’’, assim, tornando-se pobremente propagandeada no núcleo familiar’’. (p.7) O estudo de educação sexual nas escolas continua sendo publicado, contando, agora, com a crescente notícia de que mais e mais pesquisadores têm se dedicado de suas dissertações e teses sobre as vivências da sexualidade e educação sexual como núcleo das discussões em rodas de conversa nas escolas. Isso teve reflexos, entre outros, nos estudos sobre sexualidade (também conhecido como educação sexual). Para que se possa avaliar um pouco o panorama educacional sobre sexualidade e educação sexual no Brasil, percebeu-se que há poucos registros sobre qualquer tipo de orientação pedagógica que cite a sexualidade como ensino antes dos temas transversais encontrado nos PCNs (1998): ‘’É necessário então que o educador tenha acesso à formação específica para tratar de sexualidade’’. Diante disso, esse documento apresenta em tópico de ensino-aprendizagem um conteúdo amplo sobre a sexualidade que permite o professor, de qualquer disciplina, subsídio didático, técnicas e orientações pedagógicas sobre a abordagem da sexualidade nas escolas. À vista disso, o documento que segue utilizado como representação de um modelo de documento norteador da educação atual no Brasil é a BNCC (2017): ‘’Prevê também que o jovem valorize a vivência das práticas corporais como formas privilegiadas de construção da própria identidade, autoconhecimento e propagação de valores democráticos. Nessa direção, é importante que os estudantes possam refletir sobre suas preferências, seus valores, preconceitos e estereótipos quanto às diferentes práticas corporais.’’ (p. 495). No Norte do país, é a jornada pedagógica de 2020, apresentada pela Secretária de Educação que orienta o ensino-aprendizagem no Estado do Amazonas na perspectiva do documento que traz questões sobre gênero e diversidade sexual para alunos de escolas pública publicado Referencial Curricular Amazonense-RCA (2020): ‘’as ações pedagógicas devem enfatizar, a preocupação com o rigor científico, reconhecendo estes e outros dados importantes superando-se valores e crenças pessoais, também sobre temas como diversidade sexual e de gênero, a fim de promover efetivamente a inclusão educacional, por meio da formação continuada e da produção de materiais de apoio didático-pedagógico.’’ (p. 53). Depois disso, contava, com a publicação da tese de Bertolini (2015), a monografia defendida por Morais (2016), o artigo de Freitas, Morais, Baião (2020). Com toda produção (sem contar trabalhos não citados). Nesse sentido, entende-se
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